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Eles renderam proprietário em frente ao Pronto-Socorro; veículo foi recuperado.
Guardas municipais de Várzea Grande trocaram tiros com dois ocupantes de um Celta prata, que teriam dado suporte no roubo de uma picape Hilux.
O confronto ocorreu nesta sexta-feira (12), por volta da meia-noite e meia, no bairro Costa Verde, próximo do antigo Iate Clube.
Segundo a Guarda Municipal, os bandidos tentaram fugir, mas acabaram batendo o veículo em um buraco. Os suspeitos desceram atirando contra os guardas, que revidaram.

Os guardas solicitaram ajuda de policiais militares do 4º Batalhão, que cercaram o local, mas os bandidos conseguiram escapar.
No carro, os guardas apreenderam dois capacetes utilizados pelos ladrões da Hilux, que antes usavam uma motocicleta.
O Celta, que teve a frente danificada por causa do buraco da rua, não apresentava registro de queixa de roubo ou mesmo furto.
Cerca de uma hora após o tiroteio, o dono do automóvel ligou para o Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp), informando do roubo.

Roubo e recuperação do veículo

A picape foi localizada abandonada em um bairro próximo. Os guardas municipais acreditam que os dois ocupantes do Celta iriam se encontrar com os dois cúmplices que estavam com a Hilux.
Conforme o proprietário da picape, ele passava próximo do Pronto-Socorro Municipal de Várzea Grande quando foi rendido por dois rapazes que estavam em uma motocicleta.
O que estava na garupa apontou um revólver para a vítima, que foi obrigado a descer e entregar as chaves.
O dono da Hilux percebeu que havia um Celta prata dando suporte aos ladrões. Assim que passava pelas proximidades, os guardas municipais se depararam com o Celta.
O que chamou a atenção dos policiais é a quantidade de integrantes da quadrilha envolvidas no assalto.
"Até agora foram quatro – os dois da moto e os que davam apoio no Celta -, mas o bando pode ser maior ainda", disse um policial.
Uma das suspeitas é que a Hilux tenha sido encomendada por traficantes bolivianos.
A picape ficaria alguns dias escondida até ser levada para a região da fronteira e, uma vez na Bolívia, seria trocada por cocaína ou mesmo revendida.