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Violência Requer Prevenção

Idoso recebe atendimento em agência bancária somente após intervenção da Guarda Civil
É certo que, como gerente de uma agência bancária, o funcionário deve estar atento a todo e qualquer tipo de desfaçatez e golpes de criminosos. Porém a total falta de sensibilidade poderia sim demonstrar falta de empatia com o cidadão comum, principalmente um idoso de 97 anos de idade e com claras dificuldades de

locomoção. Se não fosse a presença de guardas civis, este idoso não teria sido atendido na agência bancária. Veja o relato abaixo:

"Fazer o que gosta e sentir-se valorizada não tem preço. Mas Deus nos coloca no lugar certo e na hora certa na vida de algumas pessoas. Na tarde de ontem, trabalhando na região do bairro do Brás (São Paulo) um senhor chamado Jorge me pediu ajuda, contando o constrangimento que havia passado no Banco do Brasil, e me contou o que havia acontecido.
O seu pai, senhor Luiz, aos 97 anos, não poderia ser atendido por falta de uma cadeira de rodas, pois seu pai não tem mobilidade física e não conseguiria andar até a agência do Banco do Brasil para ser atendido. Simplesmente lhe foi negado o atendimento por não ter uma cadeira de rodas na agência. Seu filho Jorge me pediu ajuda, dizendo que o gerente não podia levar os documentos para seu pai assinar até o carro. Vergonha, nos dias de hoje um Banco não ter uma estrutura digna de atendimento aos nossos idosos, afinal, nossa reforma trabalhista está afirmando que todos nós podemos trabalhar até os 75 anos de idade. Será?!
Mas eu fiz a minha parte como cidadã e como profissional. Conversei com o gerente e pedi para que liberasse o acesso ao elevador, e que eu e as minhas parceiras de trabalho GCMFs Lilian Roberta e Luciana Rodrigues daríamos um jeito de subir com o senhor Luiz, e fomos em busca de uma cadeira de rodas.
Graças a Loja Lojão do Brás, nos cedeu uma cadeira, levamos o idoso até o Banco do Brasil, fazendo com que seu problema fosse resolvido. Obrigada Deus por me colocar diante do senhor Luiz e poder ajudá-lo, recebendo assim a gratidão e elogios de seu filho senhor Jorge. Ser reconhecida pelo que faz não tem preço. Amo ser Guarda Civil. Amo o que faço. Por um Brasil melhor"!

Fonte: http://www.ocaodeguardanoticias.com.br